
A tensão entre Ruth Moreira (mãe de Marília Mendonça) e o cantor Murilo Huff se intensificou desde que o cantor deu entrada em um pedido para obter a guarda unilateral de Léo, filho de Marília, que morreu em 2021 em um acidente de avião e Murilo; que atualmente tem mais de 11 milhões de ouvintes só na plataforma de streaming de música SPOTIFY.

A partir disso, os dois passaram a trocar farpas nas redes sociais com divulgação de prints de
conversas e comprovantes de pagamentos. Dona Ruth, que dividia legalmente a guarda com o sertanejo, declarou que ele nunca pagou pensão ao filho. Em resposta, Murilo classificou as declarações como falsas e divulgou um comprovante referente ao pagamento de um ano da escola do menino.

Murilo afirma que cobriu diversos custos fixos relacionados ao filho, incluindo R$ 2,6 mil mensais com educação, R$ 1,2 mil com plano de saúde, R$ 2,8 mil com terapia, R$ 5 mil destinados à babá e à enfermeira, além de R$ 4 mil com o tratamento de diabetes. Os gastos, de acordo com o sertanejo, somam cerca de R$ 15 mil mensais, sem contar despesas adicionais com consultas médicas e aulas de bateria.

O cantor ganhou a guarda provisória da criança na audiência de conciliação que aconteceu no dia 30 de junho, no Fórum Cível de Goiânia. A avó da criança, em entrevista ao G1, falou que a decisão da Justiça foi dolorosa.
“Estamos vivendo tudo o que tínhamos vivido de novo. Chega a ser cruel com a criança e conosco. Quando penso no coraçãozinho dele eu choro. Eu estou vivendo um luto porque eles proíbem a gente de vê-lo, colocaram lá uma visitação absurda de 15 em 15 dias”

Um dos motivos do pedido da guarda unilateral feita por Murilo seria a exposição de áudios de babás, que mostraram que Ruth escondia dados sobre a criança chegando a pedir que ninguém dissesse a Murilo sobre os remédios tomados pelo menino.
A fortuna de Marília, estimada em R$ 500 milhões, ainda está em inventário, e Léo, único herdeiro, só poderá acessá-la quando fizer 18 anos.

Na decisão judicial de junho de 2025 que dá a guarda a Huff, o juiz diz que o pai não pode ser uma figura secundária ou eventual na formação do filho. Mas Ruth vinha causando uma ‘alienação parental’, prejudicando a relação de Huff com o filho.
O juiz disse: “A sabotagem da autoridade do genitor, o bloqueio sistemático de informações relevantes e a tentativa de construir no imaginário infantil a falsa ideia do pai ausente são práticas de alienação parental com consequências no desenvolvimento afetivo da criança”.